A EVOLUÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO PASSA POR PESSOAS, TECNOLOGIA E GESTÃO. Durante muito tempo, falar em terceirização era falar, quase exclusivamente, em contratação de mão de obra para a execução de determinadas atividades.
O setor mudou.
As empresas cresceram, os serviços se especializaram, novas tecnologias foram incorporadas e a gestão ganhou cada vez mais importância.
Hoje, grandes operações de facilities envolvem planejamento, equipamentos modernos, capacitação profissional, logística, controle de qualidade, sustentabilidade e integração de diferentes atividades.
A Guima Conseco é um bom exemplo dessa transformação.

Parceira da APREST, a empresa construiu, desde 1988, uma trajetória que acompanha a própria evolução do mercado brasileiro de terceirização e facilities.
De prestadora de serviços a Full Facilities Management



A história da Guima começou em 1988, com atividades nas áreas de construção, reformas e manutenção predial.
Dez anos depois, em 1998, a empresa ampliou seu portfólio e passou a atuar como empresa de facilities. A evolução continuou com a implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade, certificações, investimentos em tecnologia, estrutura logística e qualificação de seus profissionais.
Atualmente, a Guima se apresenta como referência nacional em Full Facilities Management, reunindo soluções de limpeza, manutenção e facilities e atendendo segmentos como saúde, indústria, educação, condomínios, transportes e varejo.
Mais do que a quantidade de serviços oferecidos, entretanto, é o modelo de gestão que chama a atenção.
A terceirização moderna deixou de ser apenas a disponibilização de trabalhadores. Passou a exigir capacidade de administrar operações complexas, medir resultados, incorporar tecnologia, reduzir desperdícios, qualificar equipes e entregar soluções adequadas às características de cada cliente.
Milhares de trabalhadores por trás das operações

Na Guima, existem milhares de profissionais atuando em atividades que muitas vezes acontecem silenciosamente, mas são indispensáveis ao funcionamento de hospitais, indústrias, empresas, condomínios e outros espaços utilizados diariamente pela população.
É justamente aí que a parceria com a APREST ganha um significado especial.
Para a Associação, falar sobre a modernização da terceirização também significa falar sobre quem executa esses serviços.
Tecnologia e equipamentos são importantes. Gestão é fundamental. Mas são as pessoas que fazem toda essa estrutura funcionar.
Da limpeza hospitalar à engenharia clínica

As imagens encaminhadas pela empresa mostram bem a dimensão dessa diversidade.
Na área da saúde, por exemplo, a atuação vai muito além da limpeza convencional.
A Guima trabalha com limpeza hospitalar seguindo protocolos específicos para áreas críticas, semicríticas e não críticas e também oferece serviços de governança e rouparia. Em sua estrutura de serviços para a saúde aparecem ainda manutenção predial, engenharia clínica, recepção, controle de acesso, jardinagem e outros serviços de facilities.
É uma demonstração clara de quanto o setor se especializou.
Em ambientes hospitalares, uma atividade aparentemente simples pode fazer parte de uma cadeia muito maior de segurança, prevenção e qualidade da assistência.
Esse é um tema que a APREST vem destacando também na série “Os Invisíveis Essenciais”: existem milhares de trabalhadores terceirizados que não aparecem no atendimento médico, mas ajudam diariamente a manter toda a estrutura da saúde funcionando.
Tecnologia trabalhando ao lado das pessoas

Outro retrato da evolução do setor está na mecanização.
Equipamentos para limpeza profissional, ferramentas especializadas, sistemas de gestão e novas tecnologias passaram a fazer parte da rotina das empresas de facilities.
A própria Guima afirma utilizar IoT e equipamentos modernos para tornar a gestão mais conectada e produtiva, buscando também reduzir o consumo de insumos.
Isso não elimina a importância do trabalhador.
Ao contrário: muda o perfil desse profissional e aumenta a necessidade de capacitação.
Operar equipamentos, seguir protocolos, trabalhar em ambientes técnicos e utilizar novas tecnologias exige conhecimento e treinamento permanente.
Capacitar também é valorizar
Essa preocupação aparece em outro marco da trajetória da empresa.
Em 2020, a Guima criou a UniGuima, sua Universidade Corporativa, voltada à educação e ao desenvolvimento dos colaboradores. Em 2024, acrescentou o Portal do Colaborador como canal direto de comunicação com seus funcionários.
Para a APREST, esse é um aspecto importante da evolução da terceirização.
O futuro do setor não pode ser construído apenas com máquinas e sistemas mais modernos. Precisa ser acompanhado pela qualificação e valorização das pessoas que trabalham com essas tecnologias.
Uma estrutura própria por trás dos serviços
A profissionalização também aparece onde o público normalmente não vê: na retaguarda da operação.
A Guima mantém um Centro de Distribuição próprio com mais de 3,5 mil metros quadrados, frota de 15 caminhões e mais de 2 mil itens armazenados. A estrutura conta ainda com laboratório de controle de qualidade para inspeção dos produtos utilizados nas operações.

É uma dimensão da terceirização que muitas vezes passa despercebida.
Para que um profissional tenha equipamento, uniforme, produto e material adequado no local certo e na hora necessária, existe toda uma cadeia de logística, abastecimento, controle e planejamento funcionando nos bastidores.
Qualidade, segurança e responsabilidade ambiental
A evolução da empresa também pode ser observada por suas certificações.

A Guima obteve a ISO 9001 em 2003 e a ISO 14001 em 2010. Em 2013, segundo seu histórico institucional, alcançou a tripla certificação envolvendo qualidade, sustentabilidade e segurança e saúde ocupacional.
Essa trajetória dialoga diretamente com uma realidade que a APREST vem defendendo: empresas terceirizadas precisam estar cada vez mais preparadas para um mercado que exige qualidade, responsabilidade ambiental, segurança, eficiência e inovação.
Instituto Guima: responsabilidade que ultrapassa os contratos

Em 2014, a empresa criou o Instituto Guima, organização sem fins lucrativos voltada à responsabilidade social.
Segundo a companhia, o Instituto desenvolve ações assistenciais, educacionais, ambientais e culturais, além de iniciativas relacionadas à saúde mental, geração de renda, diversidade e inclusão, alinhadas às práticas ESG e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
É mais uma demonstração de uma mudança importante no ambiente empresarial.
Uma grande prestadora de serviços já não é avaliada somente pela execução de seus contratos. Sua relação com trabalhadores, sociedade e meio ambiente também passou a fazer parte de sua responsabilidade.
Parceiros que ajudam a construir uma terceirização mais moderna

É exatamente esse movimento que interessa à APREST.
A terceirização brasileira cresceu, se profissionalizou e passou a ocupar uma posição estratégica no funcionamento de empresas, hospitais, indústrias, condomínios, escolas, transportes e inúmeros outros setores.
E continuará evoluindo.
Para Gilmar Argenta, Presidente e Fundador da APREST, estar próximo de empresas que acompanham essa transformação é também uma maneira de contribuir para o fortalecimento de todo o setor.
“Quando uma empresa investe em tecnologia, capacitação, segurança e qualidade, quem ganha não é apenas o contratante. Ganha o setor e ganham também os trabalhadores. A terceirização precisa evoluir sem perder de vista aquilo que existe de mais importante em qualquer prestação de serviços: as pessoas.”
É nesse ambiente que a APREST busca construir suas parcerias.
A aproximação com a Guima Conseco representa mais do que a relação com uma empresa de facilities.
Representa a aproximação com uma trajetória que ajuda a mostrar como a terceirização mudou — e para onde o setor está caminhando.

